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⚠️ Recomendação nº 2/2024: adoção de medidas trabalhistas alternativas e diálogo social

FGCIA lança campanha Agro sem Tóxico

Iniciativa regional pretende alertar para os riscos de exposição aos agrotóxicos usados no plantio de alimentos e promover a agroecologia como alternativa

Campanha inclui material gráfico compartilhado por redes sociais
Campanha inclui material gráfico compartilhado por redes sociais

     O Fórum Gaúcho de Combate aos Impactos dos Agrotóxicos (FGCIA) – iniciativa multidisciplinar que reúne entidades como o Ministério Público do Trabalho (MPT), o Ministério Público Federal (MPF) e o Ministério Público Estadual (MP/RS) – lançou neste mês a campanha Agro sem Tóxico. A ação, que conta com o apoio do Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD), alerta para os riscos da exposição a agrotóxicos e seus reflexos, além de divulgar a atuação do Fórum e promover a agroecologia como uma alternativa.

     A campanha está no ar mais variadas plataformas e também no site e nas redes sociais dos parceiros do FGCIA. Além de peças gráficas, ecobags, adesivos, foram produzidos 1 filme de 30 segundos para redes sociais e TV, três spots para rádio e o site www.agrosemtoxico.com. Todo o material foi pensado tendo como público trabalhadores rurais, jovens e população em geral, e estará disponível para download na página da campanha na internet. Além de divulgar a promoção, o site apresenta o Fórum, destaca a agroecologia, vídeos e bibliografias sobre o tema, esclarece sobre as alterações propostas no chamado “pacote do veneno” e traz um manual de orientação para denúncias, bem como informações úteis em geral.

     O FGCIA é uma iniciativa multidisciplinar que reúne os ministérios públicos para combater os efeitos danosos de produtos agrotóxicos para a população e os recursos naturais. Formado por 73 instituições, é coordenado pelo procurador do MPT-RS Noedi Rodrigues da Silva, tendo como adjuntos a procuradora da República Ana Paula Carvalho de Medeiros (MPF/RS), a procuradora da República Suzete Bragagnolo (MPF/RS), o procurador do MPT-RS Rogério Uzun Fleischmann e o representante da Associação Brasileira de Agroecologia (ABA) Leonardo Melgarejo.

     Texto com informações da Assessoria de Comunicação do MPF

Tags: Outubro

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